Piloto conta sobre seu amor pelo ciclismo e sobre as dificuldades que teve com o seu projeto.

Alonso chegou a formar cerca de 70% de sua equipe de ciclismo. Porém, em 2015 tudo se desmanchou e o plano não se concretizou.

Fernando Alonso quase entrou no ciclismo em 2013. Ele planejou criar uma equipe para a temporada de 2015, mas isso nunca aconteceu. “Criar uma equipe da UCI World Tour não é fácil ou barato”, comentou o piloto.

Ele planejou criar uma equipe para a temporada de 2015, mas isso nunca aconteceu.

Ele explicou o ciclo complexo que dificultava sua aventura no ciclismo por não conseguir atender aos requisitos devido ao tempo. “Para formar uma equipe, você precisa de pilotos e prazos que nem sempre correspondem ao tempo que você tem. O patrocinador quer saber quais pilotos você tem e você precisa terminar a papelada para criar a equipe e ter uma licença antes de junho ou julho como prazo final. Mas não você pode conversar com os pilotos até agosto. Portanto, você estaria trabalhando com documentos e pagando a licença sem ter um corretor assinado e isso é difícil de explicar a um patrocinador. A UCI e as federações nacionais recomendam que você se junte a uma equipe existente, mas não foi nossa ideia. Queríamos algo mais independente e, no final, era um funil, não havia saída.”

Alonso também revelou que foi seu pai quem incutiu nele a paixão pelo ciclismo. “Sou apaixonado por bicicletas. Meu pai me levava um fim de semana para andar de karts e outro para andar de bicicleta. Eu cresci vendo Perico e Indurain.” Além disso, o asturiano revelou sua paixão por eventos de contrarrelógio, seus favoritos. “Eu me apaixonei pela bicicleta de estrada, mas fiquei fascinado com o contrarrelógio… É uma modalidade mental e fisicamente exigente, exige que você se expresse ao máximo, não há praticamente nenhuma tática e possui detalhes de aerodinâmica.”

Alonso admitiu que agora anda menos de bicicleta e que na Suíça, onde ele está por conta da quarentena, mudou para o MTB após as dificuldades de andar de bicicleta de estrada durante sua estadia em Dubai. “Desde 2015 eu uso menos minha bicicleta, costumava percorrer entre 12 e 15 mil quilômetros por ano. Quando fui para Dubai, parei. Lá, existem apenas autoestradas e você só pode andar em uma ciclovia. Saí nos primeiros meses, mas me cansei. Na sexta-feira eles abrem o circuito de bicicleta e eu fui. E quando me mudei para Lugano (Suíça), percebi que a bicicleta de estrada não é popular lá. Ainda não tentei o gravel, mas com certeza será divertido”.

Fonte: https://as.com/ciclismo/2020/04/24/mas_ciclismo/1587710052_901749.html

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